O atual momento econômico pode ser visto como uma oportunidade para as pessoas na revolução 4.0, também conhecida sobre revolução digital. Um estudo recente da consultoria EY (2016) indica que a maior parte dos empregos serão gerados pelas empresas privadas, principalmente pelos empreendedores.

O ecossistema da inovação precisa ser sustentável e baseado em uma ética com novos serviços simplificados. Empreendedores transformam o fracasso em experiências e ideias em soluções. O perfil do novo empresário é da pessoa inconformada, inquieta, questionadora e transformadora.

Muitas organizações não investem no que seus trabalhadores têm de melhor, a intuição. Há uma perda brutal de cultura, treinamento e conhecimento das empresas com a perda de pessoas, o turnover. Será que o modelo atual está correto?

As organizações precisam devolver a liberdade para as pessoas, seja no trabalho, formas de vestir ou horários. A maior parte das grandes instituições mudam de mão todo o tempo, mudam de acionistas e os problemas continuam existindo. Somente a troca não resolve. A cultura, a diversidade, as opiniões e as novas formas de comunicação são essenciais para contribuir com o crescimento das pessoas e das empresas.

O que fazemos de bem ao outro se vira para nós. A via é de mão dupla. Todos devemos conhecer a regra dos três porquês:  por que ocorre, por que ser igual, por que fazer aquilo? Não faz sentido querermos ser iguais uns aos outros, o criador do Uber é um só, o do Facebook também. Precisamos pensar novos serviços e onde queremos chegar.

O dom de empreender e realizar é permitir as regenerações do sistema. O erro faz parte do passado, todos erramos, conscientemente ou não. Temos que aprender com os mesmos. Os negócios para serem de sucesso precisam dar dinheiro! Uma ideia sem aplicação não vale nada, o mundo do glamour é um mundo vazio.

Benefícios para serem sustentáveis tem que mexer com o coração, respeitar o triple bottom line, ou seja, os parâmetros sociais, ambientais e econômicos. A felicidade é o caminho a ser buscado, o empreendedor tem que fazer escolhas corretas com as suas crenças e ter foco em seus objetivos. Um negócio para ser viável tem que possuir uma conta de chegada, financeira, para ser sustentável. Muitas pessoas pensam que o mundo lá fora é mais verde que o nosso.

As nossas origens permitem que possamos ter o conhecimento local, a nossa história serve para potencializar os negócios que participamos. Há um ditado que diz que devemos pensar globalmente e agir localmente. Quando construímos com base em experiências que já possuímos, as experiências se tornam mais fáceis.

A aplicação das tecnologias pode ser utilizada em qualquer cadeia de produção, um exemplo que pode parecer absurdo mas gerou dinheiro é a coleta automática de ovos em galinheiros que melhora o stress das galinhas evitando o entra e sai de pessoas. Ser sustentável é melhorar todos os aspectos e o empreender permite o aumento da felicidade ao longo do tempo.

Aproveite o espaço e regenere seus conhecimentos! Esteja junto conosco pensando nesse novo mundo.

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Um abraço e até a próxima! André Luis Azevedo Guedes. Pesquisador do Centro de Tecnologia, Inovação e Sustentabilidade – CTIS da UFF, Mestre em Sistemas de Gestão e Doutorando em Engenharia Civil com foco em Smart Cities e Inovação.

O que é a busca da felicidade no empreendedorismo?

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